Antes do Big Brother e afins, o filme já mostrava uma vida inteira sendo transmitida 24 horas por dia, antecipando a cultura da exposição e da vigilância midiática.
O longa retrata com precisão impressionante a disseminação de um vírus, o isolamento social e a corrida por vacinas, cenário que se tornou realidade com a Covid-19.
O filme imaginou dispositivos portáteis, videogames com sensor de movimentos e até formas modernas de pagamento, tecnologias comuns atualmente.
A história antecipou o uso de inteligências artificiais conversacionais, cada vez mais presentes em celulares, casas inteligentes e rotinas pessoais.
Muito antes do debate atual, o filme já levantava questões sobre autonomia da IA, ética e dependência humana da tecnologia.